Integrantes da Saci elegem nova diretoria

Integrantes da Saci elegeram a nova diretoria e o conselho fiscal da entidade, em reunião realizada no último dia 8 deste mês. A composição da nova diretoria vai exercer o mandato por um período de quatro anos, de 10 de junho de 2021 a 9 de junho de 2025, conforme a alteração feita no estatuto da entidade e aprovada em assembleia pelos integrantes.

Durante a reunião o ex-presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, apresentou um projeto, a ser desenvolvido junto às aldeias indígenas da região, com o objetivo de realizar a compra e venda do artesanato indígena. Segundo ele, já foram feitas as propostas nas aldeias Tapirema, em Peruíbe, e Tangará, em Itanhaém.

A venda do artesanato será realizada na Casa do Artesão, em Itanhaém. A responsável pelo local Simone Faya já disponibilizou um espaço, na Casa do Artesão, para a exposição e venda do artesanato indígena.

A nova diretoria e o conselho fiscal são formados por:

 

Presidente – Roseli Sousa Fernandes da Silva

Vice-presidente – Mateus Macedo Nunes

1º secretário – Marcus Vinícius de Souza Ferreira

2º secretário – Márcio Artur Muniz Martins Zwarg

1º tesoureiro – Ricardo Henrique da Silva

2ª tesoureira – Edna Aparecida Muniz Martins Zwarg

Observação: O vice-presidente, o 2º secretário e o 2º tesoureiro assumem somente no caso de vacância.

 

Conselho Fiscal

1º titular – Francesco Antonio Picciolo

2 titular – Flávio Antonio Santis Camunha

Suplente – Nayara Justo Martins

Observação: O suplente será convocada em caso de desempate na aprovação de contas ou de vacância.

 

Texto – Nayara Martins
Foto –  Mateus Nunes

Saci faz entrega de ramas de mandioca na aldeia Tapirema

O presidente da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci), Ricardo Henrique da Silva, fez uma doação, na última quarta-feira (12), de 38 ramas de mandioca à aldeia indígena tupi guarani Tapirema, localizada na Terra Indígena Piaçaguera, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

Ricardo explica que desse total de 38 ramas, cada rama deve dar de 5 a 6 mudas para o plantio da mandioca nas terras da aldeia.

O cacique Tenon Deguá e a pajé Catarina Delfina dos Santos agradeceram a doação das ramas de mandioca.

Além da doação, Ricardo apresentou um novo projeto ao cacique Tenon, com o objetivo de gerar renda às famílias indígenas. O projeto consiste em comprar o artesanato dos indígenas e a venda deverá ser feita, inicialmente, na Casa do Artesão de Itanhaém e, posteriormente, pela internet.

“Os indígenas estão muito confinados nas suas respectivas aldeias e não estão podendo receber visitas neste período de pandemia. Acredito que esse projeto será uma grande oportunidade para a venda do artesanato e irá ajudar bastante as famílias indígenas”, salienta Ricardo.

Toda a comunidade indígena Tapirema já recebeu as duas doses da vacina contra a covid-19.

Ricardo informa que a Casa de Reza também já foi concluída, um sonho da líder espiritual e pajé Catarina Delfina dos Santos.

A comunidade Tapirema possui hoje sete famílias indígenas.

 

 

Texto – Nayara Martins

Fotos – Roseli Fernandes

Saci faz entrega de alimentos à aldeia Tangará, em Itanhaém

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) realizou uma doação de alimentos na comunidade indígena Tangará, localizada no Parque Evelyn, em Itanhaém, no último domingo (14).

Foram doados alimentos básicos como 10 litros de óleo, 10 quilos de feijão, 30 quilos de arroz, 24 litros de leite, 10 pacotes de macarrão (500 gr.), 10 pacotes de molho de tomate e 6 quilos de salsicha.

O valor total gasto com as doações foi de R$ 380,44, que foi tirado do fundo de caixa da Saci. Quem recebeu as mercadorias foi a indígena Marciela Silva Rodrigues. Segundo ela, a escola também não recebe o auxílio merenda há bastante tempo.

A aldeia conta com aproximadamente 37 integrantes. Segundo o cacique João Batista, eles não estão recebendo nenhuma doação por parte da Funai desde o início de 2020, e a situação se agravou com a pandemia da Covid-19.

Todos os indígenas da comunidade já foram vacinados contra a Covid-19, com a primeira e a segunda dose.

O presidente Ricardo Henrique explicou que a doação aconteceu para atender a um pedido do cacique João Batista, em virtude da necessidade pela qual vem passando a comunidade indígena neste período de pandemia.

 

Texto: Nayara Martins

Fotos: Roseli Fernandes

Saci faz entrega de alimentos à comunidade indígena Tapirema

Pajé e líder comunitária Catarina e Ricardo.

 

Entrega de alimentos sendo transportado pelos indígenas.

 

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) realizou, na última segunda-feira, dia 1º, a entrega emergencial de alimentos à comunidade indígena tupi guarani Tapirema, localizada na Terra Indígena Piaçaguera, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

Foram entregues 48 litros de leite, 30 quilos de arroz, 16 quilos de feijão e 12 litros de óleo de soja. A doação foi feita graças à arrecadação por parte dos integrantes da Saci e da empresa Engemark, de Itanhaém.

O presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, afirma “devido à crise gerada pela pandemia da Covid-19 e à falta de doação de alimentos, a comunidade indígena havia solicitado à Saci sobre a possibilidade de colaborar com a doação de alimentos básicos à aldeia Tapirema”.

A comunidade indígena, que tem apenas dois anos de formação, conta hoje com nove famílias, sendo cerca de 33 indígenas adultos e 12 crianças e jovens.

O cacique Tenon Deguá e a pajé Catarina Delfina dos Santos agradeceram a doação dos alimentos. Eles salientaram a importância da colaboração neste momento de pandemia.

Todos os integrantes da aldeia também já tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19, na última semana.

 

Interior da Escola e local de venda e exposições de artesanato.

 

Casa típica da Aldeia.

 

Cacique Tenon e Ricardo ao lado dá Casa de Reza em fase final de construção

 

Luiz Felipe, Ricardo e o Cacique Tenon a frente do lago da Aldeia

 

 

Texto: Nayara Martins

Fotos: Roseli Fernandes

Doações de mudas de ipê amarelo e palmito são feitas à aldeia Porungawa

Contribuir para o reflorestamento da aldeia, incentivar a cultura de subsistência e ainda gerar renda. Esse é o objetivo da doação de 300 sementes de ipê amarelo e de 100 sementes de palmito juçara feita à comunidade indígena Porungawa Dju, localizada na Terra Indígena Piaçaguera, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

As doações foram feitas pela advogada Vera Regina Molinari Ferraresi, de Sorocaba, em parceria com o Rotary Clube de Itanhaém Benedito Calixto.

O cacique Arildo dos Santos agradece as doações e afirma que elas são importantes para contribuir com o reflorestamento da aldeia Porungawa. Além de colaborar para o replantio no Brasil, em virtude do enorme desmatamento e queimadas ocorridos na floresta da Amazônia.

“Nossa ideia é plantar um corredor de ipê amarelo, espécie que, para nós, é uma árvore sagrada”, destaca o cacique. O palmito juçara, que está em extinção, também pode ser vendido ao comércio local, gerando renda às famílias indígenas. As crianças indígenas estão colaborando para o plantio das sementes.

A advogada Vera Ferraresi, responsável pela doação das sementes, explica que o objetivo é recuperar a área da aldeia com o plantio de mudas de ipê, o que contribui para melhorar o clima. Já as mudas do palmito juçara vão incentivar a cultura de subsistência da aldeia.

“Tanto o ipê amarelo como o palmito juçara podem ser comercializados e gerar renda à comunidade. As mudas serão divididas entre as famílias e cada uma vai cuidar do seu cultivo”, explica. Segundo Vera, as mudas do ipê devem crescer num prazo de dois anos.

A advogada trabalha, de forma voluntária, para as causas indígenas do litoral sul e também da etnia Caiapó, no Pará.

Para a presidente do Rotary Clube de Itanhaém Benedito Calixto, Katia Doenz, as mudas vão ajudar na subsistência das famílias indígenas.

“Acredito que o corredor de ipês vai incentivar o turismo étnico e ambiental, atraindo mais visitantes à aldeia”, destaca. O Rotary realizou a doação de vários sacos de terra adubada para o plantio das mudas, já que a terra indígena da aldeia não é boa para o plantio de nenhuma espécie.

Biblioteca – Mais uma doação de 100 livros também foi realizada, em janeiro, para montar uma biblioteca na aldeia, já que não havia livros na escola da comunidade. Os títulos didáticos e infanto-juvenis foram doados pelo Rotary Club Benedito Calixto e pela Escola 22 de Abril, de Itanhaém.

A comunidade da aldeia Porungawa conta com cerca de 20 famílias, sendo 22 adultos, três idosos, e 20 crianças.

Segundo o cacique Arildo, todos os indígenas na aldeia já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, na última sexta-feira, 29.

 

Texto e fotos – Nayara Martins

Saci e Rotary entregam alimentos na Aldeinha TekoaNhandePowá

 

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) e o Rotary Clube Benedito Calixto de Itanhaém entregaram, na manhã de quarta-feira (23), alimentos, produtos de higiene pessoal e de limpeza às famílias da Aldeinha TekoaNhandePowá, localizada no Jardim Coronel, em Itanhaém.

A iniciativa aconteceu graças a uma parceria realizada entre o Rotary, a Saci e o supermercado Saito. Foram arrecadados cerca de 500 quilos de alimentos, produtos de higiene e de limpeza.

A aldeia indígena conta hoje com 17 famílias e 17 crianças. As lideranças indígenas agradeceram a doação de alimentos e produtos de higiene. As doações chegaram em um momento de grande dificuldade para a aldeia devido à pandemia da Covid-19.

A presidente do Rotary Club Benedito Calixto, Katia Doenz, afirma que desde o início da campanha de arrecadação já foram distribuídos cerca de 20 toneladas de alimentos às aldeias indígenas da região, nas cidades de Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe.

A Saci e o Rotary agradecem à população de Itanhaém pelas contribuições feitas nos supermercados Saito e no Extra, na região central.

Interessados podem continuar colaborando com as doações em todas as lojas Saito, do município, até o dia 31 deste mês. Já no mês de janeiro vai acontecer outra campanha, a do Verão Solidário.

 

Texto – Nayara Martins

Fotos – Katia Doenz

Saci se torna entidade de utilidade pública

 

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) se tornou uma entidade de utilidade pública. A entidade conquistou o título graças ao decreto legislativo nº 674, aprovado pela Câmara de Itanhaém, no último dia 14 de outubro.

O projeto de Decreto Legislativo nº 8 de 2020 foi apresentado pelo vereador Wilson Oliveira Santos (MDB).

O presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, afirma que a conquista desse reconhecimento da entidade como de utilidade pública foi de fundamental importância e deverá proporcionar diversos benefícios à causa indígena.

Um dos principais benefícios é que a Saci vai poder, num futuro próximo, firmar convênios com os poderes públicos estadual e federal para realizar projetos e atividades em prol das Comunidades Indígenas da região.

Além de ser um fator colaborador para a obtenção do título de OSCIP – Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público junto ao Ministério da Justiça, instituído pela Lei nº 9.790, de 23 de março de 1999, que dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado, sem fins lucrativos.

 

 

Saci e Rotary doam material para construção de caixa d´água e poço artesiano na aldeia Porungawa Dju

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (SACI) e do Rotary Clube Itanhaém Benedito Calixto entregaram, na última quarta-feira, 30 de setembro, a doação de materiais para a construção de uma caixa d´água e de um poço artesiano na aldeia indígena Awa Porungawa Djú, localizada na Terra Indígena Piaçaguera, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

Foram entregues os seguintes materiais: 1 metro de pedra; 1 metro de areia; 2 sacos de cimento; 4 barras de cano; lixa, cola, registro e conecções.

Conforme o presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, o material é de extrema necessidade, em virtude da situação de falta de água potável pela qual passa a comunidade indígena.

Todo o material foi adquirido por meio de arrecadação da SACI com a doação de R$ 400,00, do Rotary Clube Itanhaém Benedito Calixto com R$ 100,00 e da Empresa de Terraplanagem Engemark de Itanhaém com R$ 100,00.

O cacique Arildo dos Santos agradeceu mais uma vez à SACI e ao Rotary, pela ajuda nesse momento de necessidade. Afirmou que pretende iniciar os trabalhos para construir o poço artesiano e a caixa d´água o mais rápido possível.

Também foi entregue ao pajé Guaíra, o líder espiritual da aldeia, um cachimbo de madeira, com entalhe feito a mão de um cocar e um indígena. O trabalho artesanal do entalhe em madeira foi feito pelo presidente da SACI, Ricardo Henrique da Silva.

O pajé Guaíra ficou muito feliz ao receber o cachimbo com o entalhe e agradeceu pelo presente. Ele garantiu ainda que o cachimbo vai ser de uso exclusivo dele.

“Esse objeto representa o início de um projeto com oficinas de entalhe em madeira que será oferecido aos indígenas, a ser implantando, em breve, na comunidade indígena Porungawa”, explicou o presidente da Saci.

Integrantes do Rotary Clube Itanhaém Benedito Calixto também estiveram presentes e doaram várias caixas de bolachas, para ajudar com a alimentação dos indígenas, nessa época de pandemia da covid-19.

Atualmente vivem na aldeia Porungawa 18 famílias, sendo 22 adultos, três idosos e 20 crianças, num total de cerca de 50 pessoas.

Texto: Nayara Martins

Fotos: Roseli Fernandes

Saci e Rotary Clube de Itanhaém entregam alimentos na aldeia Porungawa Dju


A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) e o Rotary Clube Itanhaém Benedito Calixto realizaram mais uma entrega de doações na última quarta-feira (26), na aldeia Awa Porungawa Dju, na Terra Indígena Piaçaguera, localizada na divisa entre Itanhaém e Peruíbe. Desta vez foram doados 700 quilos de alimentos, produtos de limpeza e de higiene pessoal à comunidade indígena.

O cacique Arildo dos Santos agradeceu a todos e destacou a importância da doação nesse período de dificuldades financeiras, devido à pandemia da Covid-19.

Um grupo de jovens e mulheres da aldeia tocou e cantou canções em tupi guarani, para agradecer as doações. O pajé Guaíra, líder espiritual da aldeia, também acompanhou a apresentação.

O presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, afirmou que é fundamental a colaboração de todos para as famílias indígenas, principalmente nesta época de pandemia. Ele lembrou ainda que uma das prioridades da aldeia é a instalação de uma caixa d´água para fornecer água potável, e é importante a ajuda de colaboradores e amigos.

A presidente do Rotary Club Itanhaém Benedito Calixto, Katia Doenz, afirma que foram doados 700 quilos de alimentos, além de produtos de limpeza e de higiene, arrecadados por meio de parceria com uma rede de hipermercado no município.

A entidade já doou mais de dez toneladas de alimentos na pandemia às famílias de baixa renda e aos indígenas da região. “Essa oportunidade de ajudar a aldeia é espetacular, pois os indígenas são os primeiros habitantes do País. Temos muito a aprender com eles, como o respeito à terra e ao meio ambiente”.

Também foram doados dois filtros de cerâmica para a comunidade indígena, para que eles possam ter água potável. Os filtros foram captados pelo Rotary junto aos empresários do município.

Segundo Kátia, a campanha de arrecadação de alimentos do Rotary continua nesse período. Interessados em colaborar podem entrar em contato via e-mail katiadoenz@gmail.com

Sem água

O cacique Arildo afirma que a aldeia não conta com a água fornecida pela Sabesp. Eles utilizam a água que vem de outra fonte distante e a vazão é muito fraca.

“Para fazer a ligação com a rede da Sabesp, o valor do investimento é de R$ 30 mil e não temos condições de arcar com esse custo”, ressalta o cacique.

Conforme o projeto, a água deve sair por meio de um poço artesiano e será levada à caixa para abastecer as casas na aldeia. O custo para a obra está estimado em R$ 2 mil e a comunidade conta com a ajuda de colaboradores.

Vivência  

O cacique Arildo explica ainda que as famílias estão sem renda, já que eles não têm saído da aldeia para vender o artesanato devido à pandemia. Na aldeia Porungawa também não é possível cultivar hortaliças ou legumes, já que a terra não boa para o plantio.

 “Hoje não permitimos a visita de grupos de turistas como era antes, para participar dos cursos de fitoterapia, magia das plantas e ervas, além das vivências que atraem pessoas de outras cidades”.

Para o mês de setembro está prevista a retomada das atividades com o curso “Sobrevivência nas matas com técnicas indígenas”, durante dois dias. O objetivo é mostrar aos participantes como é a vida e os costumes dos indígenas na mata.

“Vamos adotar todas as precauções necessárias e receber até, no máximo, 12 pessoas, usando o medidor de temperatura, as máscaras e o álcool em gel”, esclarece o cacique Arildo.

Atualmente vivem na aldeia Porungawa 18 famílias, sendo 22 adultos, três idosos e 20 crianças, num total de cerca de 50 pessoas.

Acompanharam a entrega dos alimentos os integrantes da Saci Ricardo Henrique da Silva, Roseli Fernandes, Mateus Macedo Nunes, Joana Scholtes e Nayara Martins e do Rotary Club Itanhaém Ariadina Silva, Kátia Doenz (que também representou a Saci), Luciana Dara e Maria Ivankio.

 

 

Texto e fotos: Nayara Martins

Saci e Rotary entregam cestas básicas às comunidades indígenas em Mongaguá e Itanhaém

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) e o Rotary Club de Itanhaém “Benedito Calixto” realizaram a entrega de cestas básicas e de produtos de limpeza e de higiene, na última sexta-feira (19), nas comunidades indígenas Cerro Corá, na zona rural em Mongaguá; na aldeia Tangará, no bairro Parque Evelyn; e na Nhamandú Ouá, no bairro Jardim Anchieta, ambas localizadas em Itanhaém.

No total foram doadas às comunidades indígenas duas toneladas de alimentos e produtos de higiene e limpeza.

O presidente da Saci Ricardo Henrique da Silva explica que essa ação, realizada em parceria com o Rotary Club “Benedito Calixto”, tem o objetivo de amenizar o sofrimento das comunidades indígenas nessa época da pandemia da Covid-19.

“Nossa intenção é colaborar com os indígenas que estão passando por momentos difíceis nesse período, com a distribuição de cestas básicas, de produtos de higiene e de limpeza”, destacou o presidente.

A aldeia Cerro Corá, localizada a 10 quilômetros da porteira da Fazenda Rondônia, na zona rural de Mongaguá, conta com 21 famílias. Nessa comunidade foram doados ainda dois sacos de roupas para as famílias.

Já a aldeia Tangará, localizada no Parque Evelyn, em Itanhaém, possui 17 famílias. E na aldeia Nhamandú Ouá são nove famílias, no Jardim Anchieta. Trata-se de uma comunidade nova e de apenas três anos de existência, também localizada em Itanhaém.

As entregas foram acompanhadas por Ariadina Silva (presidente do Rotary), Kátia Doenz (vice-presidente do Rotary e da diretoria da Saci) e por Ricardo Henrique da Silva, Roseli Fernandes, e Mateus Macedo Nunes, da diretoria da Saci, além das colaboradoras Simone Leoneli e Maiara que também ajudaram nas entregas.

Essa já é a terceira vez que é feita a doação de alimentos e produtos de limpeza em parceria entre a Saci e o Rotary. Nos meses de abril e maio também foram doadas cestas básicas nas aldeias de Itanhaém, Mongaguá e Peruíbe.

 

Texto: Nayara Martins

Fotos: Kátia Doenz e Roseli Fernandes

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