Saci entrega sacolinhas de Natal e alimentos à aldeia Yaka Mirim

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) fez a entrega na manhã de domingo, 19, de sacolinhas de Natal às crianças da comunidade indígena Yaka Mirim, localizada no Jardim Coronel. Foram doadas no total 29 sacolinhas com roupas e calçados aos meninos e meninas da comunidade.

A Saci agradece a todos que apadrinharam as crianças indígenas da comunidade Yaka Mirim. O cacique Ricardo da Silva Paulo ficou bastante agradecido. “Essa ação tornou o Natal das crianças imensamente mais feliz, já que muitas crianças nem iriam receber presentes”.

Foram doados também alimentos às famílias indígenas – 10 quilos de sal e 86 quilos de alimentos variados, como farinha de mandioca, macarrão, feijão, farofa, entre outros. Todos os alimentos foram doados pela Instituição Dias da Cruz, de Campinas.

O cacique explica que a comunidade indígena está no local há cerca de dois anos. “A Funai já está realizando o cadastro das famílias que estão morando aqui. No total são 23 famílias e 100 crianças”.

Ricardo, que é pastor evangélico, desenvolve o projeto “Missões Indígenas”, com o objetivo de evangelizar os indígenas na comunidade e nas aldeias da região. “Tenho feito um trabalho de evangelização nas comunidades da região e obtido bons resultados”, salienta.

Segundo ele, a partir de 2022, após a conclusão do cadastro feito pela Funai, a aldeia será reconhecida e eles poderão contar com uma escola para as crianças e os jovens, além de as famílias também poderem ser atendidas pela Secretaria de Saúde Indígena (Sesai).

Entre outros planos para abril de 2022, o cacique pretende organizar um evento cultural com as danças e a divulgação da cultura indígena às crianças das escolas municipais. E ainda organizar uma trilha ecológica na mata e montar uma horta comunitária com a participação das famílias.

A comunidade indígena conta com 23 famílias e 100 crianças, e fica localizada no Jardim Coronel, na zona rural de Itanhaém.

 

Texto: Nayara Martins
Fotos: Jaqueline Fernandes da Silva

Notas de Agradecimento Dias da Cruz

Fundada em 10/6/2017 – CNPJ/MF 28.376.015.0001-78 – www.saci.eco.br

Entidade Filantrópica de Utilidade Pública Municipal

 

NOTA DE AGRADECIMENTO

 

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (SACI), de Itanhaém, agradece a Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas, pela colaboração e doação de 72,5 quilos de alimentos e 10 quilos de sal e que serão distribuídos às comunidades indígenas localizadas na região do litoral sul de São Paulo, realizada no mês de novembro de 2021.

A entidade agradece ainda, em especial, à Presidente-Diretora Executiva: Valéria Abrahão Bellarinho, à funcionária administrativa Marcia Conceição Muniz Martins e a todos os voluntários da Instituição que também colaboraram para que a doação fosse realizada.

A SACI se coloca à disposição para novos contatos com a Instituição Assistencial Dias da Cruz.

 

Sem mais.
Atenciosamente.

 

Itanhaém, 17 de novembro de 2021.

 

Roseli Sousa Fernandes da Silva
Presidente

Saci doa roupas, cobertores e brinquedos às comunidades indígenas em Itanhaém

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) fez a doação de roupas e cobertores para duas comunidades indígenas, nesta quarta e quinta-feira, dias 28 e 29 de julho. As entregas foram feitas pela presidente da Saci, Roseli Fernandes e o tesoureiro Ricardo Henrique da Silva.

O objetivo, conforme a presidente Roseli, é procurar atender e colaborar com as famílias indígenas para que eles possam ter agasalhos neste período de inverno.

Na primeira aldeia Yaka Mirim, localizada no Jardim Coronel, em Itanhaém, o cacique Ricardo da Silva Paulo agradeceu a visita e as doações feitas pela Saci.

A comunidade indígena, que já está no local há 18 anos, conta com cinco famílias e outras 17 espalhadas nas proximidades.

Entre os projetos a serem desenvolvidos, a comunidade pretende trabalhar com as crianças de escolas públicas, como promover as visitas nas trilhas da mata e ainda realizar a apresentação de danças típicas.

Apesar de a aldeia já estar reconhecida pela Funai, segundo o cacique Ricardo, ainda não saiu a documentação da terra indígena.

Nhamandu Ouá

Já na quinta-feira (29), a presidente da Saci Roseli Fernandes e o tesoureiro Ricardo Henrique da Silva foram novamente entregar roupas, cobertores e brinquedos à comunidade indígena Nhamandu Ouá, localizada no bairro Jardim Anchieta, em Itanhaém.

A cacique Elena da Silva agradeceu todas as doações feitas pelos integrantes da Saci.

A comunidade tem quatro anos de existência e sobrevive com a venda de artesanato e de bromélias, espécies nativas da Mata Atlântica.

No local, atualmente, moram oito famílias da etnia Guarani.

Texto – Nayara Martins

Fotos – Roseli Fernandes

Saci faz doação de roupas às famílias indígenas da aldeia Tapirema

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) fez a doação de roupas de adultos e de crianças às famílias indígenas da aldeia Tapirema, em Peruíbe, na manhã desta segunda-feira, 26 de julho. As doações foram feitas por integrantes da Saci à pajé da aldeia Catarina Delfina dos Santos que agradeceu as roupas.

“Neste período de inverno, estamos arrecadando roupas para ajudar as famílias indígenas a se protegerem do frio, já que a maioria não está preparada e precisam de roupas de inverno”, explicou a presidenta da Saci Roseli Fernandes.

 A comunidade indígena está criando e vendendo galinhas caipiras a quem quiser comprar. E também artesanatos e arcos e flechas que estão sendo confeccionados pelos indígenas da aldeia Tapirema.

No início de julho, foi entregue pelo tesoureiro da Saci, Ricardo Henrique da Silva, uma travessa de argila confeccionada pela artesã Marisa à pajé Catarina.

Segundo a pajé, o objeto vai ser usado nos rituais sagrados a serem realizados na Casa de Reza da aldeia. A Casa de Reza é considerada um local sagrado para as famílias indígenas se reunirem e realizarem as suas orações.

A aldeia Tapirema conta hoje com oito famílias e cerca de 26 indígenas. A aldeia está localizada em frente à praia do bairro Ruínas, em Peruíbe.

Texto – Nayara Martins

Fotos – Roseli Fernandes

Saci e Rotary entregam cestas básicas nas comunidades indígenas

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) e o Rotary Clube Benedito Calixto de Itanhaém participaram, no último domingo (4), da entrega de cestas básicas às comunidades indígenas Tapirema, na Terra Indígena Piaçaguera, em Peruíbe, na Aldeinha, no Jardim Coronel, na Tangará e na do Rio Branco, em Itanhaém.

As doações foram feitas graças à iniciativa das entidades Grupo Ação e Cidadania e Roda Cigana do Brasil e Rotary Clube Benedito Calixto, de Itanhaém, que adquiriram os alimentos para serem doados.

Na aldeia Tapirema, em Peruíbe, foram doadas 11 cestas básicas e também foi entregue uma travessa de argila confeccionada pela artesã Marisa à pajé da aldeia Catarina Delfina dos Santos. Segundo ela, o objeto vai ser usado durante os rituais sagrados realizados na Casa de Reza da aldeia.

Neste período a aldeia Tapirema está precisando de roupas de inverno, tanto para adultos como para crianças. A comunidade também está criando e vendendo galinhas caipiras a quem quiser comprar.

Na Aldeinha, no Jardim Coronel, foram entregues 14 cestas básicas à cacique Alícia da Silva de Paula. E na aldeia Tangará, em Itanhaém, foram 15 cestas básicas.

Já na aldeia Rio Branco, em Itanhaém, foram entregues 30 cestas básicas.

Integrantes da Saci e do Rotary acompanharam as entregas feitas nas quatro aldeias de Peruíbe e de Itanhaém.

Pessoas interessadas em doar roupas ou alimentos às famílias indígenas podem entrar em contato com os membros da Saci ou do Rotary Benedito Calixto de Itanhaém, por meio do telefone 13 99797.7991 e falar com Roseli.

 

Texto – Nayara Martins

Fotos –  Roseli Fernandes e Katia Doenz

Grupo de indígenas se manifesta pela demarcação de terras na rodovia

 

Um grupo de indígenas realizou um ato de protesto, na manhã de quarta-feira (23), para se manifestar em favor da demarcação das terras indígenas. O ato começou às 10 horas e terminou por volta de meio dia, na rodovia Padre Manoel da Nóbrega, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

A manifestação contou com a presença de cerca de 60 indígenas da região. O objetivo foi apoiar os indígenas que tiveram um confronto com a Polícia Militar, em frente à Câmara dos Deputados em Brasília, na última terça-feira (22). Eles estavam em uma manifestação pacífica contra o projeto de lei 490/2007, que dificulta a demarcação das terras indígenas, e foram recebidos com bombas de gás e balas de borracha pela PM, na Capital Federal.

O grupo dançou e cantou os cânticos em tupi guarani e, em algumas vezes, interditaram os dois lados da rodovia Padre Manoel da Nóbrega. A Polícia Militar Rodoviária deu o apoio necessário à manifestação por cerca de duas horas.

Diversas faixas foram apresentadas durante o protesto, entre elas “PL 490 mata”, “Povo tupi guarani resiste! #Fora genocida”. “Resistir sim. Desistir jamais”, “Vidas indígenas importam”.

A líder indígena Catarina Delfina dos Santos, da aldeia Tapirema, na Terra Indígena Piaçaguera, esclarece que o protesto foi realizado para apoiar os indígenas que estão lutando, em Brasília, para que o projeto de lei 490 e o marco temporal não sejam aprovados.

“Torcemos para que o PL não seja aprovado, pois se for vai acabar com as nossas terras e a nossa cultura tradicional, assim como no restante do País. Nossa intenção é barrar a votação deste PL. Peço que Nhanderu nos dê força e nos ajude para que esse projeto não seja aprovado”, destacou Catarina.

Direitos

Catarina explica que os protestos que ocorreram em Brasília foram pacíficos e em defesa dos direitos da comunidade indígena. “Meu filho, o cacique Tenon, da aldeia Tapirema, explicou que ele está lá para ganhar ou perder, mas que vai lutar até o final”, completa.

Participam das manifestações, em Brasília, dois líderes indígenas da aldeia Tapirema – o cacique Tenon e o vice-cacique Mymby.

Algumas lideranças indígenas da Baixada Santista também marcaram presença no ato, como Dicleison de Souza, da aldeia guarani Tekoa Mirim, de Praia Grande, além outras aldeias que pertencem a Terra Indígena Piaçaguera.

Atualmente existem 12 aldeias tupi guarani na Terra Indígena Piaçaguera, localizada na divisa entre os municípios de Itanhaém e Peruíbe.

Projeto

O projeto de lei 490/2007 estava na pauta da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados, em Brasília, para ser votado na última terça-feira (22). Mas a sessão foi suspensa após o confronto entre os indígenas e a PM, em frente à Câmara. O texto do PL 490 prevê, entre outras medidas, a criação de um marco temporal para delimitar o que são terras tradicionalmente ocupadas pelos indígenas.

Texto e fotos – Nayara Martins

Integrantes da Saci elegem nova diretoria

Integrantes da Saci elegeram a nova diretoria e o conselho fiscal da entidade, em reunião realizada no último dia 8 deste mês. A composição da nova diretoria vai exercer o mandato por um período de quatro anos, de 10 de junho de 2021 a 9 de junho de 2025, conforme a alteração feita no estatuto da entidade e aprovada em assembleia pelos integrantes.

Durante a reunião o ex-presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, apresentou um projeto, a ser desenvolvido junto às aldeias indígenas da região, com o objetivo de realizar a compra e venda do artesanato indígena. Segundo ele, já foram feitas as propostas nas aldeias Tapirema, em Peruíbe, e Tangará, em Itanhaém.

A venda do artesanato será realizada na Casa do Artesão, em Itanhaém. A responsável pelo local Simone Faya já disponibilizou um espaço, na Casa do Artesão, para a exposição e venda do artesanato indígena.

A nova diretoria e o conselho fiscal são formados por:

 

Presidente – Roseli Sousa Fernandes da Silva

Vice-presidente – Mateus Macedo Nunes

1º secretário – Marcus Vinícius de Souza Ferreira

2º secretário – Márcio Artur Muniz Martins Zwarg

1º tesoureiro – Ricardo Henrique da Silva

2ª tesoureira – Edna Aparecida Muniz Martins Zwarg

Observação: O vice-presidente, o 2º secretário e o 2º tesoureiro assumem somente no caso de vacância.

 

Conselho Fiscal

1º titular – Francesco Antonio Picciolo

2 titular – Flávio Antonio Santis Camunha

Suplente – Nayara Justo Martins

Observação: O suplente será convocada em caso de desempate na aprovação de contas ou de vacância.

 

Texto – Nayara Martins
Foto –  Mateus Nunes

Saci faz entrega de ramas de mandioca na aldeia Tapirema

O presidente da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci), Ricardo Henrique da Silva, fez uma doação, na última quarta-feira (12), de 38 ramas de mandioca à aldeia indígena tupi guarani Tapirema, localizada na Terra Indígena Piaçaguera, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

Ricardo explica que desse total de 38 ramas, cada rama deve dar de 5 a 6 mudas para o plantio da mandioca nas terras da aldeia.

O cacique Tenon Deguá e a pajé Catarina Delfina dos Santos agradeceram a doação das ramas de mandioca.

Além da doação, Ricardo apresentou um novo projeto ao cacique Tenon, com o objetivo de gerar renda às famílias indígenas. O projeto consiste em comprar o artesanato dos indígenas e a venda deverá ser feita, inicialmente, na Casa do Artesão de Itanhaém e, posteriormente, pela internet.

“Os indígenas estão muito confinados nas suas respectivas aldeias e não estão podendo receber visitas neste período de pandemia. Acredito que esse projeto será uma grande oportunidade para a venda do artesanato e irá ajudar bastante as famílias indígenas”, salienta Ricardo.

Toda a comunidade indígena Tapirema já recebeu as duas doses da vacina contra a covid-19.

Ricardo informa que a Casa de Reza também já foi concluída, um sonho da líder espiritual e pajé Catarina Delfina dos Santos.

A comunidade Tapirema possui hoje sete famílias indígenas.

 

 

Texto – Nayara Martins

Fotos – Roseli Fernandes

Saci faz entrega de alimentos à aldeia Tangará, em Itanhaém

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) realizou uma doação de alimentos na comunidade indígena Tangará, localizada no Parque Evelyn, em Itanhaém, no último domingo (14).

Foram doados alimentos básicos como 10 litros de óleo, 10 quilos de feijão, 30 quilos de arroz, 24 litros de leite, 10 pacotes de macarrão (500 gr.), 10 pacotes de molho de tomate e 6 quilos de salsicha.

O valor total gasto com as doações foi de R$ 380,44, que foi tirado do fundo de caixa da Saci. Quem recebeu as mercadorias foi a indígena Marciela Silva Rodrigues. Segundo ela, a escola também não recebe o auxílio merenda há bastante tempo.

A aldeia conta com aproximadamente 37 integrantes. Segundo o cacique João Batista, eles não estão recebendo nenhuma doação por parte da Funai desde o início de 2020, e a situação se agravou com a pandemia da Covid-19.

Todos os indígenas da comunidade já foram vacinados contra a Covid-19, com a primeira e a segunda dose.

O presidente Ricardo Henrique explicou que a doação aconteceu para atender a um pedido do cacique João Batista, em virtude da necessidade pela qual vem passando a comunidade indígena neste período de pandemia.

 

Texto: Nayara Martins

Fotos: Roseli Fernandes

Saci faz entrega de alimentos à comunidade indígena Tapirema

Pajé e líder comunitária Catarina e Ricardo.

 

Entrega de alimentos sendo transportado pelos indígenas.

 

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) realizou, na última segunda-feira, dia 1º, a entrega emergencial de alimentos à comunidade indígena tupi guarani Tapirema, localizada na Terra Indígena Piaçaguera, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

Foram entregues 48 litros de leite, 30 quilos de arroz, 16 quilos de feijão e 12 litros de óleo de soja. A doação foi feita graças à arrecadação por parte dos integrantes da Saci e da empresa Engemark, de Itanhaém.

O presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, afirma “devido à crise gerada pela pandemia da Covid-19 e à falta de doação de alimentos, a comunidade indígena havia solicitado à Saci sobre a possibilidade de colaborar com a doação de alimentos básicos à aldeia Tapirema”.

A comunidade indígena, que tem apenas dois anos de formação, conta hoje com nove famílias, sendo cerca de 33 indígenas adultos e 12 crianças e jovens.

O cacique Tenon Deguá e a pajé Catarina Delfina dos Santos agradeceram a doação dos alimentos. Eles salientaram a importância da colaboração neste momento de pandemia.

Todos os integrantes da aldeia também já tomaram a primeira dose da vacina contra a Covid-19, na última semana.

 

Interior da Escola e local de venda e exposições de artesanato.

 

Casa típica da Aldeia.

 

Cacique Tenon e Ricardo ao lado dá Casa de Reza em fase final de construção

 

Luiz Felipe, Ricardo e o Cacique Tenon a frente do lago da Aldeia

 

 

Texto: Nayara Martins

Fotos: Roseli Fernandes

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