Comunidade indígena Tangará recebe doações de entidades

No último domingo, dia 13, integrantes da SACI juntamente com Gisele Luiza Aguilar Bueno, que realiza um trabalho voluntário de arrecadação e doação de alimentos há quatro anos, denominado “Aniversário solidário da Gi”, realizaram a doação de roupas, alimentos, ramas de mandioca e batata-doce para o plantio, na aldeia indígena Tangará, localizada no bairro Parque Evelim, em Itanhaém. Houve ainda a doação de brinquedos e doces para as crianças da comunidade indígena.

Cerca de 20 ciclistas, integrantes da CicloturIta, também participaram do evento. Eles saíram do bairro do Baixio e foram até a aldeia Tangará, em Itanhaém, em um trajeto de aproximadamente 20 quilômetros (ida e volta).

Na aldeia, os integrantes foram muito bem recebidos pelo cacique João Batista de Castro e toda a comunidade indígena. No evento eles apreciaram a venda de artesanato, o canto realizado pelos jovens e a dança guarani na Casa de Reza, com a participação dos visitantes e dos indígenas. Todos ficaram impressionados com a educação e a receptividade da comunidade indígena.

Posteriormente, aconteceu a distribuição de lanches, refrigerantes e, em seguida, foram distribuídos os brinquedos para as crianças. Os alimentos arrecadados foram entregues na escola indígena para ser feita a distribuição junto à comunidade.

Na escola, as crianças indígenas estudam a língua guarani mbya e o português. Elas falam predominantemente o idioma guarani. Já o evento religioso de maior importância para a comunidade é a Cerimônia de Batismo com ervas, realizada à noite, na Casa de Reza, no mês de outubro.

A aldeia Tangará (nome de uma ave em guarani) é formada por 12 famílias, com aproximadamente 50 indígenas na etnia Guarani mbya e 25 crianças. A renda básica é proveniente da venda do artesanato e de orquídeas. Os indígenas da aldeia Tangará estão no local há 22 anos, vindos da aldeia do Rio Branco, de Itanhaém.

 

Texto: Ricardo Henrique da Silva – presidente Saci

Fotos: Roseli Fernandes da Silva e
Marco A. O. Brandão/CicloturIta

SACI elege nova diretoria para o biênio 2019/2021

 

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (SACI) participaram da Assembleia Geral Extraordinária para eleger a nova diretoria para o biênio 2019/2021. Na reunião, realizada no último dia 10 de junho, foram reeleitos alguns membros da diretoria e novos representantes do Conselho Fiscal da entidade.

O presidente Ricardo Henrique da Silva foi reeleito e a nova diretoria subsequentemente nomeou os novos secretários. Ele afirmou que a entidade está crescendo e que o objetivo é trabalhar cada vez mais para colaborar com a melhoria de vida da comunidade indígena na região.

A entidade é uma organização não governamental e sem fins lucrativos, mas pode promover eventos e receber doações de colaboradores e outras entidades, visando atender aos interesses indígenas.

Ricardo fez um balanço das principais atividades da Saci: a doação de recursos feita por uma colaboradora estrangeira para a cobertura da Casa de Reza da aldeia Piaçaguera; a doação de outra colaboradora de várias ferramentas para confeccionar objetos de madeira; doações de roupas e de linhas feitas por entidades e colaboradores às aldeias da Terra Indígena Piaçaguera e do Rio Branco; além das diversas reuniões com representantes da Funai em Itanhaém.

A Saci ainda deu o apoio à uma reivindicação dos indígenas para a demarcação de terras, na sede da Funai, com a doação de cobertores e de alimentos, em outubro de 2017.

Outra ação de apoio da entidade foi a doação de faixas e a participação na manifestação dos indígenas contra o fim da Secretaria Especial da Saúde Indígena (Sesai), na rodovia Padre Manoel da Nóbrega, no final de março deste ano.

Parcerias – Integrantes da Saci também receberam novas doações de roupas que foram doadas pela Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas.

No último dia 3 de outubro, uma nova reunião foi realizada entre a Saci e o Rotary Clube Benedito Calixto. Na ocasião foi realizada uma importante parceria entre a Saci e o Rotary Clube que fará uma doação de parte da arrecadação de alimentos, que será feita no Dia da Solidariedade, em dezembro próximo, e que será destinada à SACI.

Doações de roupas e de alimentos foram feitas à aldeia indígena Tangará, no Jardim Coronel, em Itanhaém, no último dia 13 deste mês.

 

Nova diretoria da Saci:

Ricardo Henrique da Silva – presidente

Marcio Artur Muniz Martins Zwarg – vice-presidente

Flávio Antonio Santis Camunha – 1º secretário

Francesco Antonio Picciolo – 2º secretário

Roseli Sousa Fernandes da Silva – 1ª tesoureira

Jacqueline Fernandes da Silva – 2ª tesoureira

Conselho Fiscal

Mateus Macedo Nunes, Marcus Vinícius Ferreira e Edilene Mercatelli

Secretarias

Nayara Martins – Comunicação

Katia Doenz – Relações Institucionais

Joana Maria Merlin-Scholtes – Relações Internacionais

Edna Aparecida Muniz Martins Zwarg – Assuntos Jurídicos

Eloísa – (a confirmar)Elaboração de Projetos

 

Texto – Nayara Martins

Fotos – Mateus Macedo Nunes

Cerimônia do Fogo Sagrado acontece na aldeia Tabaçu em Peruíbe Este ano, na quarta edição da tradicional festa, estão previstas várias atrações

Público prestigia o artesanato durante a cerimônia do Fogo Sagrado

 

Transmitir e gerar novas energias para a comunidade da aldeia indígena Tabaçu Reko Ypy, em Peruíbe. Este é o objetivo da tradicional Cerimônia do Fogo Sagrado “Tataruçu Katu” (em tupi-guarani). A festa, que já acontece em sua quarta edição, será realizada nos próximos dias 3 e 4 de agosto, durante todo o dia.

No sábado, dia 3, acontece o café da manhã e a abertura da cerimônia, a partir das 10 horas. Os morubixabas da aldeia Tabaçu se apresentarão e vão falar sobre a cerimônia, e em seguida, os morubixabas de outras aldeias se apresentarão. No total 12 comunidades das aldeias da Terra Indígena Piaçaguera e região vão participar da cerimônia.

Durante a cerimônia haverá um breve histórico sobre o modo de vida da aldeia Tabaçu, com a líder da aldeia Itamirim. E também a presença da cantora Itadju com a música Ao Planeta, e ainda um vídeo “Baniwa” e uma mensagem Tributo à Terra com o vídeo “Demarcação Já”. Itamirim falará ainda sobre o tema “A união faz a força”, acompanhada pela cantora Kunhã Rataendy.

Fogo Sagrado

A partir das 14 horas, haverá a cerimônia no “Okaruçu” (grande oca) e o acendimento do “Tata Ruçu Katu” (Fogo sagrado). Já a partir das 15 horas, será a abertura dos jogos indígenas. Estão previstos os shows com as bandas Ruynas e Origem & Itamirim.

Durante a festa, o público poderá conferir a exposição de artesanato tradicional (colares, brincos, filtro dos sonhos) e contemporâneo, camisetas, chaveiros, e ainda, comidas e bebidas típicas, como bolos, tortas, porções de milho, espetinhos de frutas, sucos naturais, entre outros.

Haverá também a exposição de plantas medicinais e ornamentais, além de rifas e sorteios para arrecadar fundos à reforma da “Okaruçu” (grande oca protetora do fogo sagrado). E ainda a exposição de fotos da aldeia Tabaçu, registradas por Regiane C.M.

Domingo

Já no domingo, dia 4, a programação começa a partir das 8 horas, com o café da manhã e com a apresentação dos grupos de aldeias convidadas e dos vídeos da cerimônia do fogo sagrado e da aldeia Tabaçu. Na parte da manhã também haverá a continuação dos jogos indígenas.

Na parte da tarde, estão previstos a apresentação de vídeos da aldeia Tabaçu, o desfile de beleza indígena e prosseguem os jogos indígenas.

Para o encerramento da festa será realizada a Roda do “Eiauê” com a participação de todos os presentes.

Serviço: A aldeia Tabaçu Reko Ypy está localizada na rodovia Padre Manoel da Nóbrega, Km 338,5, no lado morro, em Peruíbe. A entrada para a aldeia fica em frente a placa “Limite de município”, na divisa entre Itanhaém e Peruíbe. A entrada é aberta ao público.

Pajé Guaíra também participa do evento com a exposição do artesanato na aldeia Tabaçu

 

Itamirim, líder da aldeia, agradeceu ao público na abertura da cerimônia no ano passado

Agradecimento

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci), de Itanhaém, agradece a Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas, pela colaboração e doação de 625 peças de roupas à comunidade indígena da aldeia Nhamandu-mirim, na Terra Indígena Piaçaguera, localizada em Peruíbe, realizada no dia 15 de junho de 2019.

A entidade agradece ainda, em especial, à Presidente-Diretora Executiva: Valéria Abrahão Bellarinho, à funcionária administrativa Marcia Muniz e a todos os voluntários da Instituição que também colaboraram para que a doação fosse realizada, notadamente à Vice-Presidente e responsável pelo bazar: Ângela M. Vilar Pirino e à Dona Anésia – responsável pela oficina de costura.

A Saci se coloca à disposição para novos contatos com a Instituição Assistencial Dias da Cruz e já a considera parceira nessa cruzada assistencialista.

 

Sem mais.

Atenciosamente.

 

 

Itanhaém, 21 de junho de 2019.

Marcio Zwarg

Presidente da Saci

Integrantes da Saci fazem doação de roupas à aldeia Nhamandu-mirim Mais de 500 peças de roupas foram doadas às famílias da aldeia

Integrantes da Saci faz doação de mais de 500 peças de roupas às famílias indígenas

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) fizeram uma doação de roupas à comunidade indígena Nhamandu-mirim, no último sábado, 15 de junho, na Terra Indígena Piaçaguera, em Peruíbe.

Foram doados 433 peças de roupas de crianças e mais 138 de adultos, doados pela Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas, sendo que algumas peças também foram doadas por integrantes da Saci.

A líder da aldeia e professora Lenira de Oliveira recebeu os integrantes e agradeceu a doação de roupas. Ela também é vice-diretora da escola estadual indígena Nhamandu-mirim. A escola conta hoje com 25 alunos, matriculados do 1º ao 9º ano do Ensino Fundamental, e quatro professores bilíngues.

Na unidade escolar estão sendo construídas duas salas de aula. A mão de obra está sendo financiada pelo Governo do Estado e o material para a construção foi recebido por doação.

Lenira explica que as principais prioridades da aldeia são a manutenção da estrada, a instalação da rede de saneamento básico e a distribuição de água da Sabesp, já que a pressão da água é muito pouca para abastecer todas as famílias.

A líder contou ainda que os indígenas não podem mais comercializar o palmito e nem as bromélias. “Precisamos do apoio da Funai para poder cultivar e comercializar alguns alimentos. Apesar de a terra não ser boa para o plantio, conseguimos cultivar o palmito açaí e o juçara, além da batata doce, mandioca e banana”, salientou. Segundo ela, eles também estão dando início à criação de tilápias na lagoa da aldeia.

Museu indígena – Atualmente, a aldeia Nhamandu-mirim foi contemplada com o Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável – Microbacias II, uma ação do Governo do Estado e executado pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, por meio da Coordenadoria de Assistência Integral (CATI), e a Secretaria de Meio Ambiente. Os recursos são provenientes do Governo do Estado de São Paulo e de um acordo do empréstimo com o Banco Mundial, além de uma contrapartida com as prefeituras.

O objetivo é ampliar o acesso ao mercado aos agricultores familiares organizados em associação e cooperativas no Estado, bem como as organizações de produtores de comunidades tradicionais como quilombolas e indígenas.

O projeto prevê a construção de uma oca maior para abrigar um museu indígena e mais quatro ocas que serão utilizadas para expor e comercializar o artesanato. O prazo para a conclusão das obras é de 90 dias.

O vice-presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, explicou que a Saci pode ajudar com o projeto de entalhe em madeira e tem as ferramentas para a confecção de objetos de artesanato indígena. Lenira elogiou a ideia e explicou que eles já trabalham com um projeto de reaproveitamento de roupas e outros materiais para confeccionar bolsas e artesanato. O objetivo é gerar renda às famílias indígenas.

Festa tradicional – Lenira lembrou ainda que vão realizar a Festa tradicional para comemorar os 11 anos de fundação da aldeia, no mês de agosto. Eles já pediram o apoio da prefeitura de Peruíbe para colaborar com a estrutura e a doação de alimentos para a festa.

A aldeia Nhamandu-mirim conta hoje com 84 indígenas e 17 famílias. As famílias vivem com a venda de artesanato e a comercialização de alguns alimentos cultivados na própria aldeia. A líder espiritual na Casa de Reza da aldeia é a indígena Antonia. 

Líder da aldeia Lenira explica como vivem e os projetos voltados às famílias na aldeia Nhamandu-mirim

 

Texto e fotos – Nayara Martins

CONVOCAÇÃO PARA A 2ª ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA ELEIÇÃO DE DIRETORIA E CONSELHO FISCAL

 

A SACI – SOCIEDADE DE APOIO À CAUSA INDÍGENA, por seu presidente Ricardo Henrique da Silva, nos termos de seu estatuto social, vem convocar os seus membros diretores e associados, e convidar os não associados interessados em se associar ou simplesmente colaborar no trabalho desenvolvido em prol da causa indígena por esta instituição, a participarem da 2ª ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA a ser realizada no dia 11 (onze) de Junho de 2019, terça-feira, às 19:00h, no Restaurante Batata Recheada, situado na Estrada Gentil Perez, 221, Jardim Sabaúna, Itanhaém/SP (localizado no bairro da CESP, próximo ao trevo, em frente ao SAMU e  ao lado do novo posto BR). Na reunião serão compostas as chapas concorrentes ou uma única chapa para a eleição da nova Diretoria e Conselho Fiscal para o biênio compreendido entre 11 de Junho de 2019 e 10 de Junho de 2021, com primeira chamada às 19:00h e segunda às 19:30h, que será realizada com qualquer quórum – na ocasião também poderão ser discutidas e aprovadas eventuais alterações estatutárias. O presente comunicado tem caráter de Edital de Convocação e conforme prevê o estatuto será publicado através dos seguintes meios eletrônicos: E-mail, Site Oficial, Facebook, Instagram e WhatsApp.

 

Itanhaém, 11 de Junho de 2019.

Ricardo Henrique da Silva

Presidente

Indígenas da região fazem protesto contra a municipalização da Saúde – Cerca de 150 indígenas paralisaram o trânsito na rodovia Padre Manoel da Nóbrega

Indígenas fazem protesto contra a municipalização da saúde na rodovia

 

Indígenas levam cartazes e faixas em defesa do serviço de saúde nas aldeias

 

Indígenas da Baixada Santista, litoral sul e do Vale do Ribeira participaram de um protesto nesta quarta-feira, 27 de março, contra a municipalização da Saúde indígena. Eles paralisaram o trânsito na divisa entre os municípios de Itanhaém e Peruíbe, na rodovia Padre Manoel da Nóbrega.

Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, cerca de 150 indígenas de 12 comunidades da região e do Vale do Ribeira participaram do ato. A Polícia Rodoviária deu apoio para controlar o tráfego de veículos na rodovia.

Conforme os indígenas, no último dia 20, o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, anunciou algumas mudanças na área da saúde indígena, inclusive o fim da Secretaria Especial da Saúde Indígena – Sesai. Ele defende a descentralização da gestão junto aos estados. Manifestações semelhantes têm ocorrido, nesta semana, em outras regiões do País.

Os indígenas, durante o protesto na rodovia, portavam cartazes e faixas com os dizeres “Não a municipalização da Saúde indígena”, “Apoio aos manifestantes de Brasília e Curitiba”, “Terra Indígena Piaçaguera diz não a municipalização”. Eles bloquearam totalmente a rodovia nos dois sentidos – Itanhaém e Peruíbe e vice-versa, em dois horários, às 10h30 e às 11h30, na altura do km 339.

A líder da aldeia Tabaçu Reko Ypi, Itamirim, afirmou “As comunidades indígenas têm um atendimento diferenciado na saúde. É um direito fundamental e não fomos consultados sobre essas mudanças”, salientou. Segundo ela, o governo federal deve refletir melhor sobre essas alterações na área da saúde.

Equipes das emissoras de tevê Tribuna (Globo) e da Record estiveram cobrindo a manifestação na rodovia.

Antes da paralisação, os indígenas se reuniram para fazer orações na Casa de Reza, na aldeia Nhamandu Mirim, com a presença de pajés e caciques de toda a área da Terra Indígena Piaçaguera.

A Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) deu apoio à manifestação com a doação de duas faixas coloridas e com fotos. Representaram a Saci, o presidente da entidade Ricardo Henrique da Silva e o colaborador Marcus Ferreira.

Diversas lideranças indígenas se reúnem antes para fazer orações na Casa de Reza

 

Itamirim fala sobre a manifestação às equipes da TV Tribuna e da Record

 

Texto – Nayara Martins

Fotos – Ricardo Henrique da Silva e Marcus Ferreira

Saci faz entrega de doações às famílias da aldeia Awá Porungawa Djú

Integrantes da Saci fazem a doação de roupas, materiais de higiene pessoal, alimentos e brinquedos à aldeia Awá Porungawa Djú

 

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) realizaram, no último domingo, 17 de março, a entrega de doações de roupas, alimentos, produtos de higiene pessoal e brinquedos às famílias da aldeia Awà Porungawa Djú, na Terra Indígena Piaçaguera, localizada na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

No total foram doadas 538 peças de roupas de adultos (masculino e feminino) e de crianças, incluindo algumas bolsas e 50 gorros de crochê. Todo o material foi arrecadado pela Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas, e entregue aos integrantes da Saci. As peças estavam em perfeito estado de conservação e limpeza.

Foram doados ainda materiais de higiene pessoal, arrecadados pela Casa do Reiki de Itanhaém, além de alguns alimentos e brinquedos doados por integrantes da Saci. E também uma prancha de surfe, doada pelo colaborador Marcus Ferreira.

Conforme os integrantes da Saci, assim que chegaram a cerca de 50 metros da aldeia, eles foram recebidos pela cacique Kelly e pelo vice-cacique Arildo. A entrada de acesso até a aldeia estava bastante difícil devido às chuvas.

Os líderes da aldeia agradeceram a entrega das doações e explicaram que as sobras do material e das roupas serão doadas às aldeias vizinhas que pertencem à Terra Indígena Piaçaguera.

A aldeia Awà Porungawa Djú conta hoje com 18 famílias indígenas. As famílias vivem da venda de artesanato, recebem alguns grupos de escolas e realizam cursos tradicionais abertos ao público. E ainda organizam eventos de turismo de base comunitária. Os interessados em participar podem entrar em contato pelo telefone 13 982070303. A aldeia também aceita qualquer tipo de doação.

Os integrantes da Saci que acompanharam a entrega das doações foram Marcio Zwarg, Edna Muniz Zwarg, Francesco Picciolo e Marcus Ferreira.

Instituição Dias da Cruz – A Instituição Assistencial Dias da Cruz é uma associação civil, sem fins lucrativos e de inspiração espírita, e que presta serviços sociais à comunidade do Jardim Eulina, em Campinas. Entre os projetos desenvolvidos estão saúde, educação, cultura, bem-estar, formação profissional e inclusão social.

Atualmente, a entidade atende 82 crianças na creche, 270 jovens e adultos no centro de convivência, além de cerca de 300 pessoas ao mês no ambulatório, por meio de medicina alternativa. E ainda fornece um sopão aos moradores de rua uma vez ao mês.

No total foram doados 538 peças de roupas, gorros e bolsas pela Instituição Dias da Cruz às famílias da aldeia

 

Líderes da aldeia indígena agradecem à doação feita pela Saci, Dias da Cruz e Casa do Reiki

 

Texto – Nayara Martins

Fotos – Marcio Zwarg, Edna Zwarg e Francesco Picciolo

Saci realiza doações para crianças indígenas na aldeia Tabaçu

Edna doa enxoval à gestante indígena Tailaine, uma doação feita pela Instituição Dias da Cruz

 

Colaborar e tornar o Dia das Crianças mais alegre e divertido. Este foi o objetivo da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) ao visitar, no dia 12 de outubro, Dia das Crianças, as crianças e as famílias indígenas na aldeia Tabaçu Reko Ypy, localizada em Peruíbe.

O vice-presidente da Saci Marcio Zwarg e sua esposa Edna Muniz Zwarg visitaram a aldeia no último dia 12, e colaboraram com os ingredientes para confeccionar o bolo das crianças.

E ainda fizeram a doação de um enxoval de bebê que foi doado pela Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas, a indígena gestante Tailaine, Panama (em tupi guarani) da aldeia. O enxoval de bebê foi conseguido por meio de um trabalho artesanal e voluntário doado à Instituição Dias da Cruz.

As crianças indígenas também ficaram bastante felizes com a doação de vários brinquedos feita pelo casal em comemoração ao Dia das Crianças.

A líder da aldeia Tabaçu Itamirim agradeceu às doações feitas pela entidade. Ela salientou que toda a colaboração à comunidade da aldeia Tabaçu é sempre bem-vinda.

Aldeia Tabaçu – A aldeia Tabaçu Reko Ypy conta, hoje, com nove famílias e 22 crianças e, ainda, uma escola de Ensino Fundamental, onde lecionam três professores.  As famílias sobrevivem com a venda do artesanato e, também com o projeto de Turismo de Base Comunitária. Tal projeto recebe visitas monitoradas de estudantes e turistas interessados em conhecer a vida, o artesanato e os costumes indígenas.

 

Saci doa parte dos ingredientes para a confecção do bolo do Dia das Crianças

 

Vários brinquedos também foram doados, deixando as crianças indígenas mais felizes

 

Texto: Nayara Martins
Fotos: Marcio Zwarg e Edna Muniz Zwarg

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