Saci faz entrega de doações às famílias da aldeia Awá Porungawa Djú

Integrantes da Saci fazem a doação de roupas, materiais de higiene pessoal, alimentos e brinquedos à aldeia Awá Porungawa Djú

 

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) realizaram, no último domingo, 17 de março, a entrega de doações de roupas, alimentos, produtos de higiene pessoal e brinquedos às famílias da aldeia Awà Porungawa Djú, na Terra Indígena Piaçaguera, localizada na divisa entre Itanhaém e Peruíbe.

No total foram doadas 538 peças de roupas de adultos (masculino e feminino) e de crianças, incluindo algumas bolsas e 50 gorros de crochê. Todo o material foi arrecadado pela Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas, e entregue aos integrantes da Saci. As peças estavam em perfeito estado de conservação e limpeza.

Foram doados ainda materiais de higiene pessoal, arrecadados pela Casa do Reiki de Itanhaém, além de alguns alimentos e brinquedos doados por integrantes da Saci. E também uma prancha de surfe, doada pelo colaborador Marcus Ferreira.

Conforme os integrantes da Saci, assim que chegaram a cerca de 50 metros da aldeia, eles foram recebidos pela cacique Kelly e pelo vice-cacique Arildo. A entrada de acesso até a aldeia estava bastante difícil devido às chuvas.

Os líderes da aldeia agradeceram a entrega das doações e explicaram que as sobras do material e das roupas serão doadas às aldeias vizinhas que pertencem à Terra Indígena Piaçaguera.

A aldeia Awà Porungawa Djú conta hoje com 18 famílias indígenas. As famílias vivem da venda de artesanato, recebem alguns grupos de escolas e realizam cursos tradicionais abertos ao público. E ainda organizam eventos de turismo de base comunitária. Os interessados em participar podem entrar em contato pelo telefone 13 982070303. A aldeia também aceita qualquer tipo de doação.

Os integrantes da Saci que acompanharam a entrega das doações foram Marcio Zwarg, Edna Muniz Zwarg, Francesco Picciolo e Marcus Ferreira.

Instituição Dias da Cruz – A Instituição Assistencial Dias da Cruz é uma associação civil, sem fins lucrativos e de inspiração espírita, e que presta serviços sociais à comunidade do Jardim Eulina, em Campinas. Entre os projetos desenvolvidos estão saúde, educação, cultura, bem-estar, formação profissional e inclusão social.

Atualmente, a entidade atende 82 crianças na creche, 270 jovens e adultos no centro de convivência, além de cerca de 300 pessoas ao mês no ambulatório, por meio de medicina alternativa. E ainda fornece um sopão aos moradores de rua uma vez ao mês.

No total foram doados 538 peças de roupas, gorros e bolsas pela Instituição Dias da Cruz às famílias da aldeia

 

Líderes da aldeia indígena agradecem à doação feita pela Saci, Dias da Cruz e Casa do Reiki

 

Texto – Nayara Martins

Fotos – Marcio Zwarg, Edna Zwarg e Francesco Picciolo

Saci realiza doações para crianças indígenas na aldeia Tabaçu

Edna doa enxoval à gestante indígena Tailaine, uma doação feita pela Instituição Dias da Cruz

 

Colaborar e tornar o Dia das Crianças mais alegre e divertido. Este foi o objetivo da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) ao visitar, no dia 12 de outubro, Dia das Crianças, as crianças e as famílias indígenas na aldeia Tabaçu Reko Ypy, localizada em Peruíbe.

O vice-presidente da Saci Marcio Zwarg e sua esposa Edna Muniz Zwarg visitaram a aldeia no último dia 12, e colaboraram com os ingredientes para confeccionar o bolo das crianças.

E ainda fizeram a doação de um enxoval de bebê que foi doado pela Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas, a indígena gestante Tailaine, Panama (em tupi guarani) da aldeia. O enxoval de bebê foi conseguido por meio de um trabalho artesanal e voluntário doado à Instituição Dias da Cruz.

As crianças indígenas também ficaram bastante felizes com a doação de vários brinquedos feita pelo casal em comemoração ao Dia das Crianças.

A líder da aldeia Tabaçu Itamirim agradeceu às doações feitas pela entidade. Ela salientou que toda a colaboração à comunidade da aldeia Tabaçu é sempre bem-vinda.

Aldeia Tabaçu – A aldeia Tabaçu Reko Ypy conta, hoje, com nove famílias e 22 crianças e, ainda, uma escola de Ensino Fundamental, onde lecionam três professores.  As famílias sobrevivem com a venda do artesanato e, também com o projeto de Turismo de Base Comunitária. Tal projeto recebe visitas monitoradas de estudantes e turistas interessados em conhecer a vida, o artesanato e os costumes indígenas.

 

Saci doa parte dos ingredientes para a confecção do bolo do Dia das Crianças

 

Vários brinquedos também foram doados, deixando as crianças indígenas mais felizes

 

Texto: Nayara Martins
Fotos: Marcio Zwarg e Edna Muniz Zwarg

Integrantes da Saci discutem projeto e ações para beneficiar indígenas

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) estiveram reunidos, na noite de quarta-feira, 3 de outubro, para a discussão de um projeto em benefício das comunidades indígenas na região do litoral sul, além de outros temas.

Conforme o presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva, o objetivo do projeto é adquirir uma área para desenvolver diversas atividades, entre elas, destacam-se: realizar trilhas na mata com monitores de educação ambiental; ter um museu indígena com a exposição e a venda artesanatos indígenas; desenvolver oficinas como confeccionar entalhes em madeira e sobre o cultivo de alimentos, além de palestras.

Tal projeto ainda está sendo aprimorado e deverá passar por discussões com as comunidades indígenas, entre elas: a de Piaçaguera, localizada na divisa entre Itanhaém e Peruíbe, a do Rio Branco (Itanhaém) e as de Itaóca e de Agenor de Campos (Mongaguá).

A ideia é visitar as aldeias para fazer um levantamento sobre as principais necessidades dessas comunidades. O projeto será apresentado ainda à Funai e à Funasa, órgãos ligados às reservas indígenas.

Em relação ao espaço do bosque na CMTECE, a Saci irá marcar uma reunião com o IEZ – Instituto Ernesto Zwarg e o Gremar, juntamente com o secretário de Meio Ambiente, Ruy Santos, para juntos analisar e discutir as propostas a serem desenvolvidas no local.

Outra questão discutida na reunião se refere à Casa de Reza, na aldeia Piaçaguera, que foi destruída no mês de agosto. A Saci entende que será melhor aguardar a comunidade solucionar os problemas internos de liderança na reserva. A entidade já colaborou, no ano passado, com a doação de recursos para a construção da referida Casa de Reza, e que infelizmente acabou sendo destruída.

Houve também uma proposta de confraternização de final de ano para reunir os integrantes da Saci. A data e o local ainda devem ser agendados.

A presidente do Conselho Fiscal, Joana Scholtes, solicitou ainda o seu desligamento do cargo por motivos particulares, mas ela deve permanecer como secretária de Relações Institucionais da Saci.

Participaram da reunião, além do presidente da Saci Ricardo Henrique da Silva, Roseli Souza Fernandes da Silva (1ª tesoureira), Nayara Martins (secretária de Comunicação), Joana Scholtes (Conselho Fiscal) Francesco Picciolo (2º secretário) e a colaboradora Janete da Silva Teixeira.

Texto – Nayara Martins
Foto – Roseli Fernandes

Reunião com representantes da prefeitura, da Saci e do Gremar discute espaço da CMTECE

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) se reuniram com os representantes das secretarias municipais da Educação e de Meio Ambiente, e também do Gremar, na manhã de quarta-feira, 22 de agosto, na CMTECE. O objetivo foi discutir sobre a exploração do espaço do bosque na CMTECE.

O vice-presidente da Saci, Marcio Zwarg, explicou que o objetivo da entidade é desenvolver um trabalho em parceria com o Gremar e o Instituto Ernesto Zwarg (IEZ), voltado à educação ambiental no espaço do bosque, localizado na área da CMTECE.

O objetivo da Saci, inicialmente, seria desenvolver um projeto de educação ambiental com a preservação da mata. Entre as principais propostas destacam-se desenvolver uma trilha ecológica, um museu indígena e cultural, exposições, oficinas e a construção de uma oca no final da trilha. Outra sugestão é de realizar atividades em algumas datas comemorativas, como do Meio Ambiente, do Dia do Índio, e o espaço seria aberto ao público nos finais de semana.

O representante do Gremar, Tiago, explicou que há interesse da entidade – que já trabalha com o resgate e a reabilitação de animais marinhos, em realizar um trabalho de campo na área da educação ambiental com os alunos das escolas da rede municipal. A proposta também seria desenvolvida em parceria com a Saci e o IEZ.

Joana Scholtes, representante da Saci, esclareceu que existe a possibilidade da captação de recursos junto a um doador para investimentos no espaço. Porém, segundo ela, isso dependerá de qual o objetivo do projeto e ainda de uma garantia de uso por parte das entidades.

Marcio sugeriu também que o local receba o nome do ambientalista Ernesto Zwarg, como já havia sido prometido pela prefeitura anteriormente, e poderia ser chamado de “Espaço de Educação Ambiental Ernesto Zwarg”.

O secretário municipal da Educação, Cultura e Esportes, Douglas Luiz Rodrigues, esclareceu que já existe um projeto na secretaria da Educação para desenvolver uma trilha ecológica no local. Segundo o secretário, é necessário verificar a possibilidade de permissão de uso do espaço, já que a prefeitura possui a posse daquela área, mas não a titularidade. O objetivo é firmar uma parceria com as entidades para a ocupação legal do espaço.

Ao final da reunião ficou decidido que a prefeitura e a câmara irão estudar os projetos arquitetônicos e técnicos e, ainda, como solucionar a questão fundiária do espaço. Já as três entidades do município e a secretaria de Meio Ambiente deverão se reunir novamente para discutir as propostas a serem desenvolvidas no local.

Participaram da reunião o secretário de Planejamento e Meio Ambiente, Ruy Santos, o secretário de Educação, Douglas Luiz Rodrigues, e representantes das secretarias. Os integrantes da Saci, Ricardo Henrique da Silva (presidente), Marcio Zwarg (vice-presidente), Roseli Fernandes da Silva (tesoureira), Joana Scholtes (Conselho Fiscal), Nayara Martins (secretária de Comunicação). E ainda Marcus Ferreira, representante do IEZ; Tiago, representante do Gremar e o vereador Wilson Oliveira que intermediou a reunião.

 

Texto – Nayara Martins
Fotos – Roseli Fernandes 

Cerimônia do Fogo Sagrado reúne bom público na aldeia Tabaçu em Peruíbe

Famílias da comunidade indígena participam da cerimônia na aldeia Tabaçu

 

Revitalizar e levar novas energias para a aldeia Tabaçu Reko Ypy, de Peruíbe. Este foi o objetivo da tradicional Cerimônia do Fogo Sagrado “Tataruçu Katu” (em tupi-guarani), em sua terceira edição. A festa reuniu um bom público e diversos colaboradores, no sábado (11) e domingo (12), durante todo o dia.

Na abertura da festa, na manhã de sábado, a líder da aldeia Itamirim agradeceu a todos que prestigiaram e colaboraram com a cerimônia. “Hoje estamos aqui para celebrar e agradecer a presença de todos. E lembrar a todos que já estiveram aqui que já fazem parte da grande família Tabaçu”, salientou. Ela destacou ainda a importância de se preservar a cultura e os costumes da comunidade indígena.

Os indígenas mais antigos das duas aldeias Tabaçu e Piaçaguera – Dora, Catarina e Pajé Guaíra também entoaram alguns cantos indígenas em tupi-guarani e dançaram.

No início da tarde de sábado, aconteceu a cerimônia principal – o acendimento do fogo sagrado com a apresentação da Dança do Fogo e os cantos em tupi-guarani. Houve ainda o acendimento da Tocha olímpica com a realização dos jogos tradicionais indígenas.

Os visitantes tiveram a oportunidade de conhecer um pouco dos costumes da comunidade indígena, como as apresentações culturais, o desfile de beleza indígena, venda de artesanatos (colares, brincos e filtro dos sonhos) e de ervas medicinais, pinturas corporais, além de comidas e bebidas feitas pelos indígenas.

E conheceram ainda uma exposição fotográfica com o tema “Vidas na ladeia Tabaçu Reko Ypy”, com fotos que retrataram o dia a dia na aldeia Tabaçu, da fotógrafa Regiane C.M. A festa contou também com a participação de outras comunidades indígenas tupi-guarani da região.

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) estiveram presentes e colaboraram com o empréstimo de algumas cadeiras e mesas e, também com um bolo feito carinhosamente pelas colaboradoras Raquel e Irene Muniz que foi doado à comunidade.

A cerimônia teve ainda o apoio da prefeitura de Peruíbe, da Etec de Peruíbe e de outros colaboradores.

Aldeia Tabaçu – A aldeia Tabaçu Reko Ypy conta, hoje, com nove famílias e 22 crianças, e ainda uma escola de Ensino Fundamental onde lecionam três professores. As famílias sobrevivem com a venda do artesanato, e também com o projeto de Turismo de Base Comunitária, por meio de visitas monitoradas de turistas e estudantes interessados em conhecer a vida e os costumes indígenas. A aldeia fica localizada na rodovia Padre Manuel da Nóbrega km 338,5, em Peruíbe.

 

Visitantes conhecem um pouco da cultura e dos costumes indígenas

 

No sábado aconteceu a abertura da cerimônia do Fogo Sagrado com a Dança do Fogo

 

Integrantes da SACI com a com a líder Itamirim

 

Texto – Nayara Martins
Fotos: Nayara Martins, Roseli Fernandes e Edna Muniz

Saci se reúne com secretário da Educação para discutir espaço na CMTECE

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) estiveram nesta quarta-feira, dia 8, reunidos com o novo secretário municipal da Educação, Cultura e Esportes, Douglas Luiz Rodrigues, para discutir sobre o espaço do bosque, na CMTECE. O vereador Wilson Oliveira explicou sobre o interesse da entidade em discutir sobre uma possível ocupação daquele espaço para desenvolver projetos.

De acordo com o secretário Douglas Luiz Rodrigues, que assumiu a pasta há três semanas, ele ainda não teve tempo para verificar como está a questão jurídica e fundiária desta área, localizada no espaço do bosque, nos fundos da área da CMTECE.

Conforme a arquiteta Fulvia, da secretaria da Educação, já existem alguns projetos na prefeitura para o aproveitamento de tal área, inclusive, um deles é referente à educação ambiental para desenvolver uma trilha ecológica no local. Ela já havia participado da última reunião sobre a ocupação da área, no mês de abril.

O presidente da Saci, Ricardo Henrique da Silva e o vice Marcio Zwarg explicaram que a intenção é desenvolver um projeto com atividades relacionadas à educação ambiental e à cultura indígena. Segundo eles, é importante que o projeto seja discutido em parceria com outras entidades do município, como o Instituto Ernesto Zwarg (IEZ) e o Gremar.

Douglas se comprometeu a agendar uma nova reunião, na próxima semana, para discutir o assunto com o secretário de Planejamento e Meio Ambiente, Ruy Santos, e os representantes do Gremar. O secretário disse ainda que deverá se informar sobre a questão jurídica e fundiária, com o objetivo de firmar parceria com as entidades para a ocupação legal desta área.

Participaram da reunião Ricardo Henrique da Silva (presidente), Marcio Zwarg (vice-presidente), Roseli Fernandes da Silva (tesoureira), Nayara Martins (secretária de Comunicação), da Saci, Marcus Ferreira, representante do IEZ e o vereador Wilson Oliveira que intermediou a reunião.


Texto – Nayara Martins (secretária de Comunicação)
Fotos – Roseli Fernandes (tesoureira)

Saci e entidade assistencial doam roupas à aldeia indígena Tabaçu

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) e da Instituição Assistencial Dias da Cruz, de Campinas, realizaram uma doação de roupas às famílias da aldeia indígena Tabaçu, localizada em Peruíbe. O objetivo foi colaborar com a doação de roupas às famílias da comunidade indígena, e ainda conhecer os costumes e tradições dos indígenas. No total foram doadas 184 peças, entre roupas de crianças e de adultos, masculino e feminino, além de travesseiros.

O presidente da Saci Ricardo Henrique da Silva explicou que a doação da entidade foi feita por meio da intermediação do vice-presidente Marcio Zwarg e sua esposa Edna Muniz que fizeram um contato com a funcionária da instituição Marcia Muniz, em Campinas.

Marcio Zwarg esclareceu que a Saci ainda está no início, com um ano de fundação, mas que a ideia é dar apoio em algumas ações das comunidades indígenas da região.

Na opinião da funcionária da instituição, Marcia Muniz, a visita à aldeia valeu a pena, já que teve a oportunidade de conhecer de perto os costumes e o modo de vida dos indígenas e ainda fazer a doação das peças de roupas por meio da entidade.

A líder da aldeia Tabaçu Itamirim agradeceu à doação e afirmou que é muito importante para as famílias. “Nós precisamos usar as roupas para se apresentar em alguns eventos culturais, em feiras e palestras realizadas nas cidades do litoral sul”, frisou.

Itamirim também explicou que a doação de alimentos é uma das mais necessárias ao dia a dia da comunidade indígena. Entre os alimentos estão arroz, feijão, óleo, café, entre outros, e ainda que são divididos com outras aldeias próximas.

Segundo ela, a aldeia também trabalha com a reeducação alimentar junto às crianças na escola. “Na escola, nós explicamos o que é melhor para a saúde e como se alimentar de forma mais saudável”, destacou. Atualmente, as famílias cultivam na roça somente mandioca, melancia e algumas hortaliças, já que a terra não é boa para o plantio.

A aldeia Tabaçu conta, hoje, com nove famílias e 22 crianças, e ainda uma escola de Ensino Fundamental, onde lecionam três professores.

Cerimônia – Um dos eventos programados pela comunidade indígena é a Cerimônia do Fogo Sagrado que acontece nos dias 11 e 12 de agosto. Na programação haverá apresentação de jogos tradicionais, de atividades culturais, de artesanato indígena e de comidas típicas.

O evento, que será realizado em conjunto com outras aldeias, será aberto ao público.   

Turismo de base comunitária – Itamirim também contou que a aldeia está trabalhando com um projeto de Turismo de Base Comunitária, em parceria com os alunos da Etec de Peruíbe, com o objetivo de fortalecer e divulgar os costumes indígenas aos estudantes e turistas.

As visitas podem ser feitas por grupos de até 20 pessoas (estudantes ou turistas), de segunda a sábado, por meio de um pré-agendamento. O valor cobrado é de R$ 50,00 por pessoas, o dia inteiro incluindo o almoço, ou de R$ 30,00, meio período, incluindo um pique-nique coletivo. Os agendamentos podem ser feitos com a Regiane ou diretamente com a Itamirim, pelo Whatsaap 13 99658.4168.

Instituição Dias da Cruz – A Instituição Assistencial Dias da Cruz é uma associação civil, sem fins lucrativos e de inspiração espírita, e que presta serviços sociais à comunidade do Jardim Eulina, em Campinas. Entre os projetos desenvolvidos estão saúde, educação, cultura, bem-estar, formação profissional e inclusão social.

Atualmente, a entidade atende 82 crianças na creche, 270 jovens e adultos no centro de convivência, além de cerca de 300 pessoas ao mês no ambulatório por meio de medicina alternativa. E ainda fornece um sopão aos moradores de rua uma vez ao mês.

 


Texto – Nayara Martins
Fotos – Roseli Fernandes, Marcio Zwarg e Nayara Martins

Saci se reúne com vice-prefeito para discutir espaço da CMTECE


Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) estiveram reunidos com o vice-prefeito Tiago Cervantes, que também é secretário municipal da Educação, Cultura e Esporte, no final da tarde desta quinta-feira, 5 de abril, para discutir sobre o uso do espaço da CMTECE.

O vice-prefeito e a secretária adjunta da Educação Lucy Chariff explicaram que o espaço está localizado em uma área que pertence à CMTECE. A intenção principal da Prefeitura é dar uma utilidade à área e realizar atividades de educação ambiental com os alunos da rede municipal. Porém, a prefeitura teria que utilizar recursos próprios e realizar uma parceria com entidades do município.

Uma das propostas da Saci e do Instituto Ernesto Zwarg (IEZ), segundo o vice-presidente Márcio Zwarg, seria estabelecer uma parceria público privada (PPP) entre as entidades e a Prefeitura de Itanhaém.

Um dos espaços já existentes é um Museu que seria utilizado para a exposição de vários tipos de artesanatos indígenas e também para a exploração de temas ambientais, como a vida marinha, os manguezais e outros.

Outra ideia da Saci, em parceria com o IEZ, seria criar uma trilha ecológica interpretativa, com as peças do artista plástico Alberto Farah. Na trilha seriam expostas peças sobre o folclore brasileiro, além da identificação da vegetação nativa, com visitas monitoradas de alunos da rede municipal que seriam acompanhados por professores e monitores ambientais.

Segundo Lucy, já existe um projeto concluído na secretaria da Educação para desenvolver a trilha ecológica no local.

O presidente da Saci Ricardo Henrique da Silva lembrou ainda que a entidade recebeu em doação várias ferramentas para desenvolver o projeto de entalhe em madeira com oficinas. Este projeto poderia ser desenvolvido em uma das duas salas que estão fechadas no local.

As duas entidades – Saci e IEZ se comprometem a preservar a mata integralmente no local. O objetivo é oferecer diversas opções de educação ambiental e atividades culturais às crianças da rede municipal e às das aldeias indígenas.

O espaço na CMTECE receberia o nome de Centro de Educação Ambiental Ernesto Zwarg, em homenagem ao ambientalista e professor.

O vice-prefeito Tiago Cervantes se comprometeu a apresentar a proposta da Saci e do IEZ em uma reunião, na próxima segunda-feira (9), com a comissão municipal da Educação para a utilização de espaços físicos. E também dar um retorno sobre uma possível parceria da Administração com as duas entidades.

Participaram da reunião, além do presidente Ricardo e do vice-presidente Marcio Zwarg, a tesoureira Roseli Fernandes, a colaboradora Edna Muniz, a secretária de Comunicação Nayara Martins, a representante do IEZ Maraty Zwarg e ainda o vereador Wilson Oliveira que intermediou a reunião.

Texto: Nayara Martins (Secretária de Comunicação)
Fotos: Roseli Fernandes (Tesoureira) 

Saci participa da doação de roupas às famílias na aldeia do Rio Branco

Integrantes da Sociedade de Apoio à Causa Indígena (Saci) acompanharam a doação de aproximadamente mil peças de roupas usadas masculinas e femininas e, ainda, cerca de 120 pares de sapato também usados e de vários tamanhos às famílias da aldeia do Rio Branco, na última quinta-feira, dia 8 de fevereiro de 2018.

O presidente Ricardo Henrique e a tesoureira Roseli Souza representaram a entidade. O colaborador Acácio foi o responsável por parte da arrecadação das roupas e o meio de transporte para as doações. A Saci colaborou com parte das doações e com o combustível. Já a colaboradora Romilda Viegas Soares da Silva também doou boa parte das roupas às famílias indígenas.

Devido às fortes chuvas nos últimos dias, a estrada rural do Rio Branco estava em condições de difícil acesso, houveram algumas dificuldades durante o trajeto, mas o resultado foi bastante compensador. A comunidade indígena já estava avisada sobre a visita.

Conforme o presidente da SACI, Ricardo, o vice-cacique da aldeia Marcos agradeceu a doação das roupas à SACI e aos outros colaboradores.  Muitos indígenas ajudaram a descarregar as peças que foram deixadas no pátio da escola para que a comunidade escolhesse as de preferência de cada um.

Ricardo salientou ainda que, na oportunidade, ele explicou sobre o projeto de entalhe na madeira a ser desenvolvido pela SACI. Em breve, a entidade deverá voltar a visitar a aldeia para apresentar com mais detalhes o projeto aos indígenas na aldeia Rio Branco.

Aldeia do Rio Branco – A aldeia do Rio Branco, da etnia Guarani M´Bya, fica localizada na terra indígena do Rio Branco, em Itanhaém. Faz divisa com os municípios de São Vicente e de São Paulo.

A aldeia conta hoje com 13 famílias e aproximadamente 65 indígenas da etnia Guarani M´bya. Eles vivem em uma área de 2.856 hectares, onde contam com uma escola e posto de saúde. As principais atividades das famílias são a agricultura de subsistência, venda de artesanato indígena e as visitas monitoradas de turistas à aldeia.

Texto: Nayara Martins (Secretária de Comunicação)
Fotos: Roseli Fernandes (Tesoureira)

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